E deixamos os segundos
Impedirem nossas vontades
Por termos inventado
A falta de tempo.
14 novembro 2010
29 outubro 2010
20 outubro 2010
AS LOUCAS AVENTURAS DE MUDANÇA DE UM CORAÇÃO ACOSTUMADO COM A BRISA FRESCA DO MAR AO FIM DO INVERNO
O sol baixo da manhã refletia no mar calmo
Enquanto o dia se espreguiçava lentamente.
Todas as cores se resumiam ao prata do encontro
Que parecia dar o tom de novos tempos.
Talvez fosse difícil dizer adeus
Ao gelo que derretia lentamente
Com o calor de fim de outubro.
Enquanto o dia se espreguiçava lentamente.
Todas as cores se resumiam ao prata do encontro
Que parecia dar o tom de novos tempos.
Talvez fosse difícil dizer adeus
Ao gelo que derretia lentamente
Com o calor de fim de outubro.
03 outubro 2010
17 setembro 2010
28 agosto 2010
DOCE AMARGO
aprecio teus olhos
como um café
ao fim da tarde
e tua pele
como um sorriso
ao fim da vida.
bebo teus traços
em goles vagarosos
degustando
o doce amargo do teu corpo.
como um café
ao fim da tarde
e tua pele
como um sorriso
ao fim da vida.
bebo teus traços
em goles vagarosos
degustando
o doce amargo do teu corpo.
17 agosto 2010
10 agosto 2010
CARNE
A carne que tanto apreciei
Hoje me nauseia.
Por tua carne
Me tornei vegetariano.
E me entristece lembrar
Que dela me servi como prato principal.
Hoje me nauseia.
Por tua carne
Me tornei vegetariano.
E me entristece lembrar
Que dela me servi como prato principal.
02 agosto 2010
MATE AMARGO
O mundo fora de casa
E a casa num mate amargo
Afago nostálgico de infância.
Lá, são as mesmas as ruas,
As luas
As madrugadas nuas.
Aqui é sempre o novo
Cada amanhecer,
Até mesmo o envelhecer.
E, assim, saudoso, sigo divido
Entre aqui e lá
A vida e o lar.
E a casa num mate amargo
Afago nostálgico de infância.
Lá, são as mesmas as ruas,
As luas
As madrugadas nuas.
Aqui é sempre o novo
Cada amanhecer,
Até mesmo o envelhecer.
E, assim, saudoso, sigo divido
Entre aqui e lá
A vida e o lar.
26 julho 2010
Assinar:
Postagens (Atom)